Pesquisa de cientistas da Universidade de Salamanca e da empresa Bio-inREn utiliza com sucesso em modelos animais uma molécula chamada cardiotrofina para preservar o rim em boas condições quando se realiza um transplante. A utilização da cardiotrofina para outros usos terapêuticos relacionados com o coração e o fígado já foi testada, mas agora se demonstrou também sua utilidade para modular a inflamação renal que complica os transplantes. O próximo passo será estudar a eficácia do método em pacientes, o que poderia aumentar o número de rins aptos a transplantes em até 15%. Até agora 48 horas é o limite máximo para realizar a intervenção cirúrgica desde o momento em que o rim está disponível, mas nem sempre é possível fazê-lo nesse tempo por indisposição do próprio paciente que o receberá por questões de transporte.





















