Tus ideas cobran vida
  • Digg it!
  • Facebook
  • Twitter
  • Stumbleupon
  • Reddit
  • Delicious
  • Yahoo Buzz
  • Meneame.net
  • Versión texto
  • Imprimir
Ciencia España
Valladolid, Miércoles, 01 de febrero de 2012 a las 12:54

Empresa de Valladolid desenvolve software para registrar a rastreabilidade de produtos alimentícios

istema permite, dentre outras funções, enviar ordens de trabalho por sistemas sem fio
2
1

Cristina G. Pedraz/DICYT Em um cenário de comércio globalizado e de crise alimentar, as exigências legais européias dirigidas às empresas do setor agroindustrial e de alimentos cresceram notavelmente. Desse modo, é necessário que estas companhias identifiquem devidamente seus lotes para que, no caso de haver algum problema, sejam localizados de forma rápida e eficaz. Uma empresa de Valladolid desenvolveu um software que permite realizar este controle de forma automatizada, a fim de evitar os erros que podem ser cometidos quando este trabalho é realizado manualmente.

 

De acordo com Raúl Zapico e Daniel Díez, diretores técnico e comercial da Inimax, localizada no polígono industrial El Carrascal, atualmente existe interesse por parte das empresas do setor para que o sistema de rastreamento “seja transformado em uma ferramenta mais automática e com menores possibilidades de erro”. Inclusive, agregam, existe uma normativa européia que exige a proteção da informação coletada para que os dados sejam “incorruptíveis”, isso é, que não possam ser falsificados, e neste cenário está o interesse pelas soluções informatizadas.

 

“Nosso trabalho nesta linha surgiu de um projeto de PD&I denominado Initrax, um software orientado a levar registros de rastreabilidade para o setor de alimentos”, afirmam os pesquisadores, que enfatizam que diferentemente do software desenvolvido por empresas de informática, seu sistema está baseado na captação de informação automaticamente, a partir das máquinas da planta. “Coletamos a informação das máquinas, ou das linhas de produção, e a incorporamos às bases da dados. Desta forma, não é preciso que alguém as introduza de forma manual, diretamente lemos a informação e o software faz seu tratamento, para o que utilizamos um sistema de marcação de códigos de barras ou a identificação flexível de lotes, dentre outras tecnologias”, agregam.

 

Raúl Zapico e Daniel Díez enfatizam que o sistema permite, dentre outras funções, programar o envio de ordens de trabalho por sistemas sem fio, a gestão de matérias primas ou a emissão de recibos de entrega de produtos. “O software de rastreabilidade ajuda a não ter que trabalhar com um sistema de gestão, de um lado, e um sistema de rastreabilidade, de outro”, afirmam, agregando que consideram a necessidade de otimizar o tempo e a forma de trabalhar dos empregados de produção e dos responsáveis, e por isso utilizam a comunicação sem fio, “para que o responsável introduza ordens sobre o trabalho a ser feito que apareçam diretamente ao empregado em seu posto de trabalho”.

 

A empresa trabalha há quatro anos nesta linha de pesquisa de rastreabilidade. Neste sentido, tentam identificar as necessidades do mercado e desenvolver projeto de P&D, desenhar um protótipo e, com a informação extraída, desenvolver o aplicativo para o cliente. Um dos principais trabalhos realizados nesta linha foi o solicitado pelo Viveiro Florestal da Justa de Castela e Leão para rastrear as sementes, ainda que agora estes trabalhos tenham sido estendidos a setores alimentícios como o do leite, da carne ou do açúcar.

 

Cinco anos de trabalho em PD&I

 

Inimax iniciou há cinco anos seu trabalho de PD&I. Este ano é o que trabalha em mais projetos, tanto próprios como em colaboração com centros como Cartif. “Entendemos que é uma boa alternativa para aprender a fazer novas coisas, conseguir um produto que possa ser interessante para o meio no qual estamos inseridos e, também, como alternativa de crescimento, não podemos fazer sempre o mesmo”, afirmam.

 

A empresa dedica-se à automatização industrial em geral, ainda que nos últimos tempos se tenha focado mais no setor de alimentos e da agroindústria, com grande peso na comunidade. Neste sentido, após trabalhar com diversas tecnologias como a visão artificial, a leitura de códigos de barras ou a RFID (identificador por radiofrequência, em inglês), decidiram trabalhar com a robótica. “O modo de fazê-lo foi através de um projeto de P&D, que para nós não surgiu dentro da empresa, mas das necessidades de nosso clientes, do mercado ou de aspectos que ainda não estai resolvidos”, concluem.

Valoración de la noticia:
 
131 votos
Votar:
Apoyos oficiales
Ministerio de ciencia e innovación Junta de Castilla y León Marca de Castilla y León Estrategia Universidad-Empresa de Castilla y León 2008-2013 Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarroollo Universidad de Salamanca Instituto de Estudios de Ciencia y Tecnología Transferencia de conocimiento Universidad - Empresa Servicio de Información y Noticias Científica Red de Unidades de Cultura Científica Europa Impulsa Fondo Europeo de Desarrollo Regional Fundación de Universidades de Castilla y León
Usuarios
Junta de Castilla y León Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo
Noticias de Google