Quando se pergunta para um paraense de que forma ele utiliza a farinha no seu cotidiano, ele, com certeza, irá dizer: “com açaí, com peixe, com charque, com manga...” Porém, se dissermos que a parte da mandioca que ele não consome serve para a produção de biocombustível, com certeza, isso causará um estranhamento. Mas essa sensação deve acabar num futuro bem próximo. Desde 2004, na Universidade Federal do Pará (UFPA), um grupo de pesquisadores, coordenado pelo professor Alberdan Silva Santos, investiga o aproveitamento de resíduos agroindustriais e, em 2007, iniciou estudos direcionados para a produção de bioetanol a partir do rejeito da mandioca.












